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Câncer diferenciado da Tireoide

Receber o diagnóstico de um câncer não é fácil para ninguém. Você provavelmente deve ter se deparado com sentimentos, anseios e emoções, que nunca sentiu antes.

Trata-se de uma fase que requer muitas mudanças e adaptações e nós estamos aqui para ajuda-lo.

Algumas atitudes são fundamentais:

  • mantenha-se informado.
  • evite ficar com dúvida, converse muito com o seu médico.
  • respeite os seus novos limites.
  • peça ajuda sempre que precisar e quiser
  • converse com pessoas que estejam passando pelo mesmo que você.
  • busque apoio psicológico.
Conte conosco.
Equipe Tempo de Viver

Sobre o câncer diferenciado da TIREOIDE

A tireoide é uma das maiores glândulas endócrinas do corpo. Localizada no pescoço, logo em frente à traqueia, ela é responsável pela produção de hormônios essenciais para o bom funcionamento do organismo.

Assim como todos os demais órgãos, a tireoide pode ser acometida por tumores malignos, sendo o câncer diferenciado da tireoide (differentiated thyroid cancer ou CDT) o mais comum deles.

Tireoide

Sinais e Sintomas

O sinal mais frequente do CDT é o aparecimento de um nódulo que se torna palpável na região da frente do pescoço, onde a tireoide fica localizada. Em geral, ele é único, indolor, endurecido e de crescimento rápido.

O risco de um nódulo na tireoide ser maligno aumenta na presença de um ou mais dos seguintes fatores de risco:

  • História pessoal ou familiar de câncer de tireoide.
  • Menos de 14 anos ou mais de 60 anos de idade.
  • Sexo masculino.
  • Rouquidão ou dificuldade para engolir.
  • Sinais e Sintomas

    Diagnóstico

    O diagnóstico do câncer da tireoide baseia-se principalmente em um exame chamado PAAF, que significa Punção Aspirativa por Agulha Fina. Trata-se de um procedimento rápido, seguro e eficiente, realizado sob anestesia local. Este exame determina a presença e o tipo de câncer da tireoide.

    Sendo o câncer diferenciado da tireoide o tipo mais frequente, o subtipo papilífero é o mais comum, respondendo por mais de 80% dos casos de CDT. É mais frequente em mulheres e em pessoas entre 30–40 anos de idade. A exposição a radiação, principalmente durante a infância, aumenta o risco de CDT papilífero na idade adulta.

    O CDT do tipo folicular é o segundo mais comum. Também é mais frequente em mulheres, costuma atingir pessoas entre 40-60 anos de idade e em regiões onde a dieta é pobre de iodo.

    Outros exames diagnósticos como ultrassonografia, dosagem de TSH, calcitonina, tireoglobilina, T3 e T4, tomografia computadorizada, cintilografia com iodo radioativo e ressonância nuclear magnética também podem ser utilizados para avaliar as lesões suspeitas, mas nenhum deles substitui o PAAF (Punção Aspirativa por Agulha Fina).

    Diagnóstico

    Tratamento

    A remoção da glândula tireoide é o tratamento mais indicado para o CDT, sempre que possível.

    Após a cirurgia, devem ser realizados procedimentos adicionais para verificar se o tumor foi completamente removido e/ou se existem metástases. A Pesquisa de Corpo Inteiro (PCI) com iodo radioativo é o exame mais importante nessa fase. Havendo qualquer sinal de CDT residual, o tratamento é feito com injeções adicionais de iodo radioativo.

    Muitos especialistas acreditam que a Pesquisa de Corpo Inteiro (PCI) é desconfortável (e até certo ponto arriscada) e podem optar pela dosagem dos níveis de tiroglobulina no sangue a cada 4-6 meses como método para detecção de metástase e recorrência. Nesse caso, apenas os pacientes considerados como alto risco são selecionados e encaminhados para a PCI.

    Uma vez vencida a etapa de tratamento cirúrgico e de radioiodoterapia ou radioablação (quando necessária), o tratamento do CDT passa para a fase de “terapia de supressão tireoidiana”, quando são usadas altas doses do hormônio T4. Essa fase é importante para diminuir as chances de recorrência do CDT.

    Acompanhamento

    O acompanhamento consiste na realização de Pesquisa de Corpo Inteiro e/ou dosagens de tireoglobulina a cada 6–12 meses.

    Tratamento das recorrências e dos casos refratários à radioablação

    De preferência, as recorrências devem ser tratadas com cirurgia. Dependendo do caso, pode-se empregar radioiodoterapia e até radioterapia.

    Para casos específicos, como o de doença avançada ou metastática, progressiva, refratária a iodo radioativo, foi recentemente aprovado o sorafenibe, um inibidor de tirosina quinase, oral, com ações em alvos específicos relacionados às principais vias de sinalização envolvidas com o CDT.

    Dizeres

    Este material é de natureza informativa e não substitui as recomendações do seu médico ou do devido profissional de saúde. Para mais informações a respeito do seu tratamento, consulte a bula do produto.

    L.BR.02.2015.2979